Leões sem medo na terra dos tigresPor João Pimpim, na Dinamarca
Dois felinos em confronto europeu. Domingos pode mexer no onze. Izmailov agradou, Capel também. Após empate, Sporting quer vencer.
São muitos os clubes por esse mundo cujo símbolo é um animal. Em Portugal, temos castores, águias, dragões, panteras, galgos... Na Alemanha, por exemplo, há o Colónia, com uma cabra; em Espanha, há o morcego do Valência; etc, etc... Ditou a sorte, porém, que pelo segundo ano consecutivo, sejam dois felinos a defrontarem-se por um lugar na fase de grupos da Liga Europa: o leão do Sporting contra o tigre, símbolo do Nordsjaelland.
Não restarão grandes dúvidas de que os leões de Alvalade chegam à Dinamarca como favoritos. Chegam com respeito, claro, mas sem medo e sobretudo sem tempo a perder para não perderem... o futuro imediato. Mesmo que Domingos e jogadores tenham discurso cauteloso e não queiram assumir favoritismos, afinal quem é o dono do ceptro de rei da selva? O leão, que até tem a história do seu lado - há um ano, ultrapassou o mesmo adversário - e que, agora, tem também os seus quadros claramente reforçados.
E, como referíamos antes, não tem tempo a perder. Com adeptos ávidos de conquistas, o Sporting tem de corrigir desde já a desilusão (mais pelo resultado do que pela exibição) do primeiro jogo oficial, um empate em casa com o Olhanense.
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