Carlos Freitas: «Não podemos ser o parente pobre»
ALEGA DISPARIDADE DE CRITÉRIO ENTRE "GRANDES"Autor: SHEILA FIGUEIREDO e VÍTOR ALMEIDA GONÇALVES
Carlos Freitas voltou a falar no final de um jogo do Sporting, como há duas semanas, no Porto, para tecer críticas à arbitragem. O diretor-desportivo começou por exaltar o “brio e a abnegação dos jogadores”, antes de questionar o critério das decisões.
“Independentemente do excesso verbal do João Pereira, pelo qual ele se penitencia, convido todos os observadores, delegados e presidentes das instituições a desmentir o que vou dizer: semanalmente vemos jogadores de outros emblemas a invetivar os árbitros assistentes e a admoestação não é nem de perto nem de longe aquela que o João Pereira foi alvo. Daí ser fácil concluir da disparidade de critério. Só pedimos paridade de processos, nada mais”, declarou, sem associar estas questões à luta pelo 3.º lugar.
“Mais do que estarmos preocupados com outras equipas, preocupa-nos o julgamento de que somos alvo”, disse. E advertiu: “O Sporting não pode ser o parente pobre dos grandes portugueses, em termos de arbitragem e de julgamento.” A próxima época, asseverou, será diferente. “Não vai continuar assim, seguramente. Vai haver um Sporting mais forte, interventivo, participativo e mais contestatário, quando tiver de ser”, prometeu.
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